Elisabete Marques, do grupo de investigação BIOSCOPE, Departamento de Química da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, recebeu a distinção, que, de acordo com a instituição em comunicado, “visa reconhecer e incentivar o trabalho das mais promissoras jovens cientistas que desenvolvam a sua pesquisa em instituições portuguesas, com projetos originais no âmbito das ciências da saúde e do ambiente”.
A investigação pretende desenvolver “nanopartículas luminescentes biodegradáveis, para descoberta de novos biomarcadores, e para servirem de veículo na libertação controlada de fármacos (Doxorrubicina e a Camptotecina) em células cancerígenas, e assim contribuir para o combate à resistência a quimioterapia convencional”.
Na nota da entidade é ainda referido o caráter “inovador” do projeto, que “poderá contribuir para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, uma vez que abrange a criação de um dispositivo de tratamento não invasivo (via oral)”.
07-01-2016
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