Em 2004 passou a administrador financeiro da Rave - Rede Ferroviária de Alta Velocidade. Ainda nesse exercício, e até 2006, presidiu ao Conselho de Gerência da CP - Companhia de Caminhos de Ferro Portugueses.
Nos quatro anos que se seguem foi presidente do Conselho de Administração (CA) da Unicre.
Em 2010 exerceu funções de vice-presidente do CA Executivo e de CFO do Banco Comercial Português, até 2012, ano em que entrou para a Estradas de Portugal (EP).
Segundo a análise comparativa realizada pela Plimsoll Global Analysis – Bridge, Túnel & Highway Construction Industry, a EP foi considerada a 56ª maior empresa e a 31ª mais lucrativa no setor.
Desde 2010, a EP consta do ranking de classificação das maiores empresas, sendo a 12.ª maior empresa portuguesa, bem como a maior nos setores das “Atividades auxiliares de Transportes”, “Construção” e “Serviços” (Diário Económico/Focus, Dezembro 2011). A EP foi reconhecida como uma das 5 entidades públicas com prazos mais curtos de pagamentos a fornecedores.
EP sofreu uma quebra de 72,3 M€, sendo no entanto de referir que o decréscimo dos proveitos face a anos anteriores resultou do ciclo de exploração em que se encontra o contrato de concessão da EP, caracterizado até meados de 2012 por uma intensa atividade de construção, nomeadamente, por via das subconcessões, com o consequente peso crescente dos encargos financeiros não capitalizáveis que atingiram 76,0M€,devido à entrada em exploração de diversos troços já concluídos.
As receitas de portagem das Estradas de Portugal em 2013 chegaram aos 289,5 milhões de euros, representando um crescimento de 14% face ao ano anterior, o que se traduz em mais 35,6 Milhões de euros.
Receitas das subconcessões atingem os 13,5M€: Em relação às autoestradas sub-concessionadas diretamente pela EP com troços portajados, a Transmontana, Pinhal Interior, Baixo Tejo e Litoral Oeste, a receita de portagem ascendeu em 2013 aos 13,5 milhões de euros, contra uma receita nestas autoestradas de 4,2 milhões de euros em 2012.
Critério geográfico demonstra diferença na evolução das receitas: As autoestradas na zona litoral do país e as marcadamente do interior do território nacional registam diferentes comportamentos: nas concessões situadas no Litoral a receita de portagem obtida este ano foi de 214,8M€, enquanto nas autoestradas do Interior a receita ascendeu aos 74,7M€, no entanto o aumento das receitas, relativamente a 2012 nas autoestradas do Interior foi bastante superior ao crescimento registado no Litoral.
António Ramalho, Presidente das Estradas de Portugal alerta para o facto de que "até 2030, o nosso grau de responsabilidades com concessões vai atingir, sem IVA, o endividamento de 16 mil milhões de euros se nada fizermos, o que significa 15 vezes o EBITDA”
*O
Best Leader Awards distingue anualmente as personalidades que se destacam enquanto líderes em várias áreas. Sob o mote “o reconhecimento dos líderes que inspiram a sociedade”, esta iniciativa levada a cabo pela
Leadership Business Consulting, tem como principal critério o impacto positivo que os profissionais têm nas organizações onde trabalham e nas pessoas que lideram. Os nomeados e galardoados são selecionados e avaliados de acordo com um processo que conta com duas comissões, uma de nomeação, dirigida por José Lamego, e outra de avaliação, presidida por Eduardo Catroga. As categorias de atribuição dos prémios são: Líder na Internacionalização; Líder nas Novas Tecnologias; Líder na Administração Pública, Institutos e Universidades; Líder na Gestão de Empresa Pública; Líder Internacional; Líder na Gestão de Empresa Privada.