O filme foca-se na abolição da 13ª emenda acerca da da escravatura, mas também nos dá uma visão sobre as competências de liderança de Lincoln, sobre aquelas particularidades que o fizeram ser tão admirado.Stephanie Vozza, colunista do Entrepreneur, relembra que, embora possa não estar a liderar uma mudança radical no seu país, as quatro lições de liderança que destaca das deixadas pelo 16º presidente dos EUA sobre como liderar uma mudança revolucionária na sua empresa, são fundamentais a qualquer líder mundial. 1. Diga não ao “Yes Men”. Vozza relembra que durante a guerra civil americana, Lincoln surpreende tudo e todos ao escolher para o seu gabinete uma equipa com os seus maiores opositores. Estes eram homens que ele considerava serem as mentes mais brilhantes do país e que não tinham medo de o desafiar e tomar posições contrárias à sua. Como nos diz, "sendo um homem com autoconfiança, Lincoln via com bons olhos as opiniões contrárias às suas, uma vez que geravam debates produtivos e a reflexão interior. Este facto acabou por ser uma importante tática durante a sua presidência." Vozza relembra que, "embora seja desejável ter mais do que uma opinião, os líderes eficazes sabem quando e como tomar as decisões." Embora os elementos gabinete de Lincoln tivessem podido ficar eternamente em argumentação, este foi capaz de saber quando já tinha toda a informação de que necessitava e ausentar-se para, na solidão, determinar qual a melhor medida a tomar e avançar nesse sentido sem hesitar. Vozza relembra-nos que Lincoln, enquanto membro do Congresso, estudou matemática de modo a potenciar o seu raciocínio. Vozza refere que no filme, "Lincoln partilha alguma da sua sabedoria com dois jovens funcionários na sala do telégrafo: “A primeira noção comum de Euclides é a de que: “As coisas que são idênticas entre si são iguais entre si.”” Vozza destaca que embora Lincoln fosse justo, também era conhecido pelas suas anedotas e histórias. "Era assim que quebrava o gelo e criava um campo comum. Lincoln também era acessível. Enquanto presidente dos EUA, mantinha regularmente umas determinadas horas para receber os cidadãos." Continue a ler:
Stephanie Vozza é autora premiada na área da liderança e editora com mais de 20 anos de experiência na área. É colunista do Entepreneur e colaboradora do American Profile. Trabalha com empresas como a General Motors, a General Electric, Century 21 e a Sherwin-Williams.
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