Sinopse • Autores • Entrevista "The Other Side of Innovation" está equipado com claras recomendações sobre como colocar os seus ensinamentos em prática...” - Research Technology Management “Neste seu novo livro, [os autores] exploram dois temas aos quais é habitualmente dada pouca atenção: criar empresas em vez start-ups e a implementação de novas ideias em vez de como as conseguir.” – The Economist “… um verdadeiro guia prático para CEOs e empreendedores.” – Inc. Magazine “Excelente na profundidade dos seus case studies…” “um livro muito bem escrito” “Resumindo: Recomendado” - CHOICE Magazine | ||||||||||
Companies can’t survive without innovating. But most put far more emphasis on generating Big Ideas than on executing them—turning ideas into actual breakthrough products, services, and process improvements. That’s because “ideating” is energizing and glamorous. By contrast, execution seems like humdrum, behind-the-scenes dirty work. But without execution, Big Ideas go nowhere. In The Other Side of Innovation, Vijay Govindarajan and Chris Trimble reveal how to execute an innovation initiative—whether a simple project or a grand, gutsy gamble.. Drawing on examples from innovators as diverse as Allstate, BMW, Timberland, and Nucor, the authors explain how to:
Practical and provocative, this new book takes you step-by-step through the innovation execution process—so your Big Ideas deliver their full promise. [Topo]
Neste vídeo onde nos fala sobre este seu livro, Vijay Govindarajan (VG) compara o processo ao montanhismo, onde as pessoas se focam em chegar ao topo da montanha, sentido excitação e entusiasmo no processo de alcançar o objetivo. De seguida, vem o grande e verdadeiro desafio: descer até ao sopé da montanha e ultrapassar todos os riscos e perigos inerentes, podendo não estar bem preparados para o processo.
Sobre a equipa, Vijay Govindarajan sugere a criação de duas, distintas e com funcionamento independente, apenas com algumas interações entre si, mas em que cada uma desenvolve as suas competências. Propõe a criação da equipa criativa, responsável pelas ideias, e a equipa de execução, que as implementará, e fala-nos sobre elas e como as gerir. VG refere que há três grandes desafios nesta parte: O primeiro é conseguir dividir as tarefas e saber que parte destas devem ser da responsabilidade da equipa criativa.O segundo é criar a dita equipa criativa e fomentar o desenvolvimento de novas competências, uma vez que há sempre a tendência de mobilizar pessoas de outros departamentos, principalmente do de execução. Estas trazem consigo a sua memória organizacional que poderá comprometer o desenvolvimento de novas competências, pelo que é preferível contratar novos colaboradores ou adquirir ou associar-se a outra empresa que tenha essas competências. O terceiro é gerir o inter-relacionamento entre as duas equipas. A razão para a criação de duas equipas prende-se com os conflitos que podem surgir entre as duas competências, mas a relação entre elas pode comprometer os resultados. Assim, e porque ambas terão necessariamente de interagir em certos momentos, a gestão destas interacções, sem que se comprometam os objectivos, é um desafio. Relativamente aos testes, reflete sobre como gerir o processo de tentativa/erro e como testar as nossas suposições sobre o futuro, com o objetivo de evidenciar os eventuais erros e corrigi-los na fase de desenvolvimento. O objetivo é testar formas de implementar o que foi idealizado através de pequenos investimentos, de modo a identificar potenciais erros e obstáculos, sem comprometer o grande investimento. Vijay Govindarajan fala-nos também sobre as recessões e diz-nos que existem três pontos comuns a todas as recessões já ocorridas:
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