Livre-se do pessimismo e abrace o otimismo! – Fátima Rodrigues

  
Winston Churchill, o famoso primeiro-ministro britânico durante a II Guerra Mundial, sofria de grandes falhas oratórias, de tal forma que vários foram os autores que, entre 1920 e 1930, as descreveram como graves e agonizantes.

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Os seus discursos eram preparados ao pormenor de antemão, para evitar hesitações e de modo a minorar o impacto social.

O que Churchill referia sobre isso? Que a sua dificuldade não o atrapalhava.

Um pessimista vê a dificuldade em toda a oportunidade; um otimista vê a oportunidade em toda a dificuldade.”, disse Winston Churchill.

E vendo a oportunidade, trabalhou as suas lacunas oratórias, tendo ficado na história a sua incendiária oratória aquando da II Guerra Mundial, em que os seus discursos lhe permitiram manter a coesão do povo britânico nas horas de prova suprema que constituíram os bombardeamentos sistemáticos da Alemanha sobre Londres e outras cidades do Reino Unido.

Se tivesse as mesmas dificuldades e a imprensa o “atacasse” pela sua falta de competência, o que faria? Assumia a dificuldade e evitava ou deixava de falar em público, mesmo que isso comprometesse a sua carreira profissional, ou, pelo contrário, veria a questão como uma oportunidade para crescer e se tornar melhor?

Optimismo-pessimismoO otimismo não é mais que uma atitude mental face à vida. E, verdade seja dita, na vida tudo depende da atitude que temos face aos acontecimentos, reais ou imaginários, e do quanto nos deixamos influenciar pelos que connosco interagem.

O que prefere? Ser pessimista e aborrecido, ou otimista e interessante? Onde é que acha que o pessimismo o vai levar na vida?

Todos temos dias em que nos sentimos menos positivos e otimistas. E ainda bem que assim é, pois não valorizaríamos o oposto. Mas não se renda às nuvens negras que às vezes surgem e deixe o sol brilhar!

E para que brilhe com grande fulgor, deixe-me recomendar-lhe que:
  • Livre-se daquela tentadora ideia de que o mundo está todo contra si e de que todos o atacam. Livre-se das pessoas tóxicas que o rodeiam e não deixe que o influenciem negativamente.
  • Perceba e acredite realmente que o passado não é igual ao futuro e que, por ter tido até aqui uma determinada realidade/atitude, tal não quer dizer que continue a ser assim daqui para a frente.
  • Veja-se e sinta-se como a causa e não como o efeito. Livre-se do sentimento de vitimização e, se não está satisfeito com a sua situação atual, então aja em conformidade e abrace a mudança. Reflita sobre o que pretende e persiga o efeito que pretende ter.
  • Faça uso de afirmações positivas. Diga-as mental e verbalmente. Deixe-se imbuir delas, que o seu subconsciente fará o resto. Pense que tudo é possível e que a única coisa que pode controlar é mesmo a sua atitude face à vida, na certeza de que terá sempre mais de um caminho por que optar.
  • Lembre-se sempre de que a vida é curta e de que o tempo é o seu bem mais escasso. Como dizia Benjamin Franklin, “Ama a vida? Então não desperdice o tempo, pois é dele que esta é feita.” Faça bom uso dele.
  • Viva um otimismo realista. Prepare-se para o pior, mas a acreditar no melhor. Ser otimista não é ser irrealista ou acomodado. Ser otimista é acreditar no melhor e trabalhar e atuar para que este seja uma realidade.

Como se sente? Otimista ou pessimista com a vida?


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Fátima Rodrigues é gestora do Portal da Liderança e editora de conteúdos da Leadership Business Consulting, tendo sido coordenadora editorial da área de business do grupo Almedina e lecionado na Congrégation Saint-Joseph de Cluny. Esteve ligada vários anos ao Conselho da Europa, onde exerceu funções de formadora do GERFEC em relações interculturais e interreligiosas em contexto corporativo e social. É fundadora e administradora geral do projeto online de fomento à leitura Segredo dos Livros. Mais informações aqui.

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